quinta-feira, 29 de novembro de 2012

Produção Textual 12 - Dissertação 2

                              



A CULPA É NOSSA!

            Em tempos de comunicação facilitada, seria falso afirmar que não há espaço para se conhecer o outro, pois o espaço que se tem, continua o mesmo; o que muda são os nossos hábitos.
            Colocando uma situação em que duas pessoas vão a um encontro numa doceria, e ambos possuem acesso à internet. O local apropriado para que os dois conversem e se conheçam lhes é oferecido, mas, devido aos seus hábitos, eles começam a checar os e-mails.
            A questão é que não podemos culpar as tecnologias; devemos culpar a nós mesmos. Uma vez que o espaço e a tecnologia nos são oferecidos, apenas não sabemos lidar com a situação. Os nossos hábitos criaram uma normalidade quanto a isso, o que não nos possibilita pensar que a culpa é nossa.
            Portanto, não é necessário retrair o acesso as redes sociais; apenas fazê-lo de forma que haja um equilíbrio entre este acesso e o modo com que utilizamos o meio que possuímos para conhecer um ao outro.

Produção Textual 11 - Dissertação 1




EDUCAÇÃO: TODOS TÊM DIREITO

            É de conhecimento geral que o desenvolvimento de um país se dá, primeiramente, pela educação das pessoas que nele vivem. Por esse motivo, todos devem ter direito à mesma; porque, além de aumentar a qualidade de vida oferecida, por meio de melhores empregos devido à melhor qualificação profissional; também aumenta a “visão geral” do país (melhores empregos resultam em melhor qualidade de vida – menos pobreza e outros tipos de problemas sociais).
            Todos sabem que, se uma pessoa possuir escolaridade, há mais chances de que esta consiga um emprego melhor e mais facilmente do que se não possuísse. Assim, há uma melhora na qualidade de vida da mesma.
            Melhorando a qualidade de vida, consequentemente melhora-se a “visão geral” do país. Quanto mais pessoas empegadas, menos pobreza. E a imagem do país seria então, melhor.
            Por isso, concluímos que todas as pessoas devem ter direito à educação, pois, se cada pessoa com menos condições ficasse sem escolaridade, estas continuaríam sem ter como melhoras sua qualidade de vida; fazendo com que o país não se desenvolva adequadamente.

quinta-feira, 4 de outubro de 2012

Produção Textual 08 - Poema


E SE NO MAR EU TE AVISTASSE

E se no mar eu te avistasse,
Eu me apaixonaria,
Como se em ti eu me encontrasse,
Sem ti não mais eu viveria.

Em ti eu iria confiar,
Do barco eu nunca cairia,
Nem temeria me afogar,
Pois sei que a tua mão teria.

FIM é algo inquestionável,
Mas o nosso amor nunca acabaria;
E por mais imperfeito que fosse,
Perfeito ele seria.

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Produção Textual 07 - Crônica III



A FELICIDADE COMO OBJETIVO MAIOR

No geral, as pessoas desejam se formar, passar no vestibular, formar-se na faculdade,  conseguir um bom emprego, encontrar o amor da sua vida, juntar algum dinheiro para casar, comprar uma casa, um carro, ter filhos... E, a gente vai criando objetivos, os quais queremos alcançar, e agindo e vivendo em torno deles, sempre pensando futuramente. Mas, pensando no futuro, muitas vezes nos desfocamos do presente, e acabamos vivendo esse presente, só pelo futuro.
Mas, para quê? Logo depois de alcançarmos um de nossos objetivos, já temos que tentar alcançar outro, É como se estivéssemos sonhando que estamos caminhando em uma avenida, querendo chegar a um prédio que está a uma quadra adiante e, sempre que achamos que estamos quase alcançando-o, ele permanece uma quadra adiante. E assim vai, até que acordamos.
A nossa vida seria a avenida pela qual estamos andando; o prédio em que queremos chegar estaria representando os objetivos que queremos alcançar; e o instante em que acordamos, seria a hora da nossa morte.
Por isso, crie objetivos na sua vida, mas não a viva só em torno deles. Lembre-se que são os meios que justificam o fim, e não o fim que justifica os meios. Viva o presente intensamente e, quando você “acordar”, terá alcançado o objetivo mais gratificante de todos: terá sido feliz.

Produção Textual 05 - Crônica I





AFINAL, FAZ SENTIDO OU NÃO?

                Nos horários em que há mais trânsito, principalmente, deparo-me com algumas situações, para mim, um tanto quanto difíceis de compreender. Gostaria, portanto, nesse texto, de destacar duas delas.
                A primeira acontece quando há um motorista, parado atrás de alguns carros, que também estão parados no semáforo e, então, o motorista desse carro começa a buzinar para que os outros carros avancem. Aí eu me pergunto: Qual o objetivo dele? Ele espera que os carros avancem? Mas, esperem aí, o sinal não esta vermelho, indicando que está fechado, e que os carros têm que esperar para avançar? O motorista realmente acha que buzinar vai adiantar?
                Além disso, como se já não bastasse, o sinal finalmente abre, e o mesmo motorista, ainda atrás dos carros, enxerga o sinal seguinte fechando, e então ele decide acelerar, buzinar, tentar ultrapassar todos os outros carros, mas... Para quê? O sinal seguinte não acabou de fechar? O que se passa na cabeça dele? Ao chegar lá, ele não vai ter que, assim como os outros motoristas, esperar o sinal abrir?
                Aí eu penso: será um engano meu, ou será falta de consciência, paciência e de educação do cidadão? 

quinta-feira, 10 de maio de 2012

Produção Textual 04 - Show de Rock




TEXTO PARA JORNAL:

            No dia 20 deste mês, a banda Blue Sky chegou ao Brasil para fazer o lançamento de seu novo álbum Sky Cry, enquanto estava em um a turnê pela América Latina. A banda realizou o show na cidade de São Paulo com músicas de amor, com letra e melodia emocionantes. O show iniciou às 20h da noite e terminou às 23h, embora o público quisesse mais. Com muitos efeitos de luzes, figurinos e coreografias incríveis, farão muito sucesso, além do que já fizeram.

TEXTO PARA AMIGO:

Cara, esses dias eu fui naquele show lá daquela banda lá, sabe? Não me lembro do nome, calma ai. A, Blue Sky, algo assim. Daí eu fui lá e tinha um monte de efeitos de luz, e tinha umas coreografias muito balas, e eles tavam usando umas roupas muito massa! Pensa que começou às oito da noite e terminou lá pelas 11. Sem noção, cara. Acho que esse novo álbum meloso que eles fizeram vai bombar!

quinta-feira, 3 de maio de 2012

Produção Textual 03 - Texto Coletivo


UM DIA ESPECIAL

                Nas minhas férias, combinei com uma turma de amigos que iríamos para a praia passar duas semanas por lá.
Estávamos combinando os últimos detalhes antes de partir, quando começou a nevar, sem nenhuma explicação. Era uma nevasca horrível, mas mesmo assim, resolvemos sair. Encontramo-nos no posto de gasolina para podermos abastecer antes de viajar juntos. Houve, entretanto, um pequeno problema: não tinha gasolina no posto! E nós tivemos que nos esconder no carro, pois tinha um umpa-lumpa correndo doidão, gritando, e com uma motosserra na mão. Descobrimos, então, que não era um posto de gasolina, e sim, uma fábrica de chocosangue.
Saímos correndo e encontramos a Samara no mato. Ficamos mais assustados ainda, mas, por outro lado, descobrimos de onde ela liga. Após sairmos correndo, encontramos o Chuck jogando pôquer com o Jason e o Free-Willy. Aí chegou a órfã e nos matou com uma pedra e com um martelo.
Por fim, acordei. Já estava quase na hora de sair para nos encontrar meus amigos e começarmos a viajar. Tudo havia sido um sonho, ou melhor, um pesadelo que me deixou traumatizada. Por isso, faço xixi na cama até hoje.


Vicente   Machado, 
Vitor Geremia, 
Letícia Elsemann,
  Athur Lima,
 Andressa Formolo ,
 Juliana  Romani 
e Elise Schulz.


quinta-feira, 5 de abril de 2012

Produção Textual 02 - Autobiografia



NEM SE CONHECER VAI ACABAR CONHECENDO

Elise: nome de carro, de letra de música. Nome de quem sabe que é errado julgar, mas que às vezes julga sem pensar. Nome de quem erra e tenta consertar, mas muitas vezes acaba voltando pro mesmo lugar. Nome de quem deseja mais do que pode ter; nome de quem deseja muito mais do que apenas crescer. Nome de quem gosta de criticar, mas faz muito pouco pra mudar. Nome de quem gosta de ouvir e tentar ajudar, mas que também quer espaço pra poder se expressar. Nome de quem sabe que tem milhões de motivos pelos quais se alegrar, mas sabe que apenas um já é o suficiente pra lhe fazer chorar. Nome de quem sabe que pela capa do livro não se deve julgar, e que nem o conteúdo se deve apenas folhear. Nome de quem sabe que alguns problemas não se pode derrubar, mas que na maioria deles há um ponto fraco a se explorar, e que por cima dele sempre há um meio de passar. Nome de quem quer expressar a sua, muitas vezes estando fechada para outra opinião. Nome de quem é craque em tropeçar, mas custa a cair no chão. Nome de quem ama, mas sente que falta ser amada. Nome de quem poderia viver pensando, e morrer sem ter dito nada. Nome de quem sabe que a vida não é um conto, mas que às vezes nela gostaria de por um ponto. Nome de quem poderia passar horas escrevendo, mas sabe que nem se conhecer vai acabar conhecendo.

Produção Textual 01 - Fábula




O CASAL DE CORUJAS

Era meia estação. Um casal de corujas recém-casado foi viver sozinho em uma humilde árvore. Havia somente um banheiro, uma cozinha, uma sala e um quarto de casal, tudo muito simples.
                A coruja fêmea vinha de uma família que considerava a leitura a base de tudo. Ela possuía muitos livros que guardava numa estante na sala. A coruja macho, vinha do campo, onde não haviam livros nem escolas, e o conhecimento era passado de geração em geração. A fêmea morria de frio, enquanto o marido vivia com calor.
            Certo dia, os dois estavam na sua cama, tentando dormir, quando a fêmea começou a ficar com frio. Então, ela levantou, pegou uma coberta, e tapou tanto ela quanto o marido. O marido, logo começou a sentir calor. Não sabendo o que fazer, o marido foi dormir no sofá.
            A mulher, querendo dormir com o marido, mas não podendo, tentou achar uma solução em seus livros. Mas, pela primeira vez, não encontrou nada que pudesse ajudar. Decepcionada e sem outras opções, ela foi pedir pela opinião do marido, muito sem esperança. Ele pareceu lembrar-se de algo e disse:
            -Como eu não pensei nisso antes?! Se tem uma coisa que eu aprendi com a minha família, foi a achar a harmonia entre as coisas, que é o que faremos com os nossos problemas a partir de agora. Dorme com um pijama mais grosso e quente, se tens frio; que eu vou dormir com um pijama leve e fresquinho, já que tenho calor.
            E assim eles aprenderam a achar uma harmonia entre as coisas. É difícil, muitas vezes, mas necessário, na maioria delas.